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10 Agtechs que prometem transformar o Agronegócio brasileiro em 2024

A Hadar do Sol está entre as 10 Agtechs que mais se destacam no Brasil

Todo início de ano, faço questão de refletir sobre o passado e traçar planos para o futuro. Agora, como CEO da Ciarama Máquinas, concessionário John Deere no Mato Grosso do Sul, essa tradição se mantém.


Este será o quarto ano consecutivo em que compartilho minhas análises, e fico muito satisfeito ao ver como algumas Agtechs, mencionadas em artigos anteriores, não apenas atenderam, mas superaram minhas expectativas em receita, crescimento e captação de investimentos. Empresas como GoFlux, Traive, Terra Magna, Seedz, Krilltech, Bart Digital, Openeen, Aliare, entre outras, têm brilhado nos noticiários.


Em 2024, imerso em uma era agrícola mais digital e conectada, arrisco novamente a escolher as 10 Agtechs que acredito que vão se destacar.


Meus critérios são simples: inovação do produto, ou seja, a solução efetiva para os desafios enfrentados pelos agricultores/pecuaristas, a facilidade de adoção do processo (antes, dentro ou após a porteira) e o talento das pessoas envolvidas na gestão. Este texto tem o propósito de apresentar um pouco mais sobre essas Agtechs, permitindo que todos nós, assim como eu, possamos acompanhar seu crescimento e realizações ao longo do ano de 2024.


Vale lembrar também que o Farmnews destacou recentemente outro estudo do Renato Seraphim que destaca para o momento único de transformação do varejo agrícola no Brasil, um mercado muitas vezes ignorado pelo grande público, que é um mercado estimado em R$350 bilhões. Clique aqui e confira!


2024 está se desenhando como muito desafiador para o agronegócio brasileiro. Além das questões macroeconômicas, as relações globais de estoque/consumo permanecem historicamente altas, exercendo pressão sobre os preços dos produtos nas bolsas de referência, prometendo ser mais um ano de cotações globais pressionadas para grãos e matérias-primas, afetando os preços das commodities e reduzindo a rentabilidade dos agricultores. Esse cenário faz com que eles reavaliem seus investimentos e apetite por tecnologia.


Hadar do Sol

O setor agrícola brasileiro está passando por uma revolução silenciosa, impulsionada por empresas inovadoras que aproveitam duas das qualidades mais fundamentais desse segmento: o cooperativismo e o uso sustentável da energia solar. Uma agtech em particular destaca-se nesse cenário, oferecendo uma abordagem única que pode transformar o agricultor em um dos maiores produtores de energia limpa do planeta.


Em minhas palestras, tenho ressaltado a oportunidade que os agricultores têm hoje de se tornarem protagonistas na produção de energia limpa. A inovação chave trazida por essa Agtech é o conceito inovador de compartilhamento de usinas solares dentro das propriedades rurais. Essas usinas não apenas fornecem energia para o consumo interno da propriedade, mas também abrem a possibilidade de gerar renda extra por meio da comercialização de créditos de energia através de cooperativas.


Para aqueles que não possuem os painéis solares em suas propriedades, mas fazem parte da cooperativa, a vantagem é clara: uma redução de até 25% em seus custos de energia, ou seja, empresários que não têm a capacidade de investir em painéis solares, seja por limitações de capital ou disponibilidade de terreno, podem adquirir energia desses agricultores cooperados, resultando em uma redução significativa nos custos operacionais.

A essência do cooperativismo é evidente nesse modelo inovador, onde todos participam, todos cooperam e todos ganham. A cooperação não apenas fortalece a sustentabilidade do setor, mas também cria oportunidades econômicas para todos os envolvidos.


Além do aspecto cooperativo, algumas vantagens-chave dessa Agtech incluem o uso de uma tecnologia proprietária desenvolvida para a gestão eficiente de créditos e débitos de energia. Essa abordagem tecnológica oferece transparência e eficácia na administração dos recursos energéticos compartilhados.


Outro diferencial importante é a acessibilidade da adesão à cooperativa de geração de energia compartilhada. A simplicidade e agilidade desse processo contrastam com a burocracia muitas vezes associada a iniciativas semelhantes. A abordagem “ganha-ganha” para todos os participantes reforça a atratividade e viabilidade dessa solução inovadora.


A convergência entre a ideia do cooperativismo, a integração entre quem produz e quem consome, e a adoção sustentável da energia solar posiciona essa Agtech como uma peça-chave na transformação do cenário energético no agronegócio brasileiro. Ao promover uma energia limpa, barata e acessível, essa inovação não apenas contribui para a eficiência operacional, mas também coloca o setor agrícola como um protagonista na transição para fontes de energia mais sustentáveis.


Leia a matéria completa no site Farmnews:




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